O meu compromisso com a educação existe há cerca de 25 anos, desde que comecei a dar aulas de reforço escolar aos meus primos, depois aos filhos dos meus vizinhos, e eu tinha entre 11 e 12 anos na época. Algum tempo depois, fui convidada a dar aulas aos adultos da nossa comunidade, para alfabetizá-los e me encantei com o universo da educação construtivista a qual não tive oportunidade de conhecer quando eu estudava. Na verdade, eu sempr etive um pensamento construtivista, pois, mesmo sendo educada no método tradicional, quando eu ia dar aulas de reforço às crianças, eu pensava o seguinte: se do jeito que eles estão aprendendo na escola não está funcionando, eu preciso ensinar de uma forma mais fácil, clara e que faça sentido para eles. Agora, quando eu fui dar aulas para os adultos, eu me senti muito feliz novamente, ainda mais porque eu aprendi tanto, ou mais, do que pude ensinar.
Com o curso de Pedagogia, eu pude lecionar para crianças muito pequenas e também me descobri nessa área. Com esse estágio, tive algumas oportunidades de lecionar para jovens entre 10 e 15 anos. Adorei também. O adolescente precisa de ajuda e ser ouvido e não de críticas. Ou pelo menos, não só de críticas.
a gente educa mais pelo exemplo do que pelas palavras, principalmente nessa idade de transição.
Quero muito trabalhar como professora para poder entrar em contato com as crianças para poder ajudá-los a adquirirem o conhecimento científico e desenvolver um relacionamento afetivo com essas crianças. Afetivo no sentido de compreensão e atenção, ou apenas, para ouví-los um pouco.
Jesus abençõe as crianças e os jovens de todo o mundo e principalmente do nosso tão desigual país.

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