quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Mensagem Para o Papai


O Nó do Afeto

Em uma reunião de pais, numa Escola da periferia,
a Diretora
ressaltava o apoio
que os pais devem dar aos filhos.
Pedia-lhes,
também, que se fizessem
presentes o máximo de tempo possível.

Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela
comunidade trabalhassem fora,
deveriam achar um tempinho para se

dedicar e entender as crianças.
Mas a Diretora ficou muito surpresa quando um pai se
levantou e explicou, com seu jeito humilde,
que ele não tinha
tempo
de falar com o filho, nem de vê-lo, durante a semana.

Image Hosted by ImageShack.us

Quando ele saía para trabalhar, era muito cedo e o filho
ainda estava dormindo.
Quando voltava do serviço era muito tarde e

o garoto não estava mais acordado.
Image Hosted by ImageShack.us

Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover
o sustento da família. Mas ele contou, também,
que isso o deixava
angustiado por não ter tempo
para o filho e que tentava se redimir

indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa.
Image Hosted by ImageShack.us

E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um
nó na ponta do lençol que o cobria.
Isso acontecia, religiosamente, todas as noites quando ia
beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó,
sabia, através dele,
que o pai
tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de

comunicação entre eles.
Image Hosted by ImageShack.us

A Diretora ficou emocionada com aquela história singela e
emocionante. E ficou surpresa quando constatou
que o filho desse
pai era um dos melhores alunos da escola.
O fato nos faz refletir sobre as muitas maneiras de um pai
ou uma mãe se fazerem presentes ,
de se comunicarem com o filho.

Aquele pai encontrou a sua, simples, mas eficiente.
E o mais
importante é
que o filho percebia, através do nó afetivo,
o que o
pai estava lhe dizendo.
Por vezes, nos importamos tanto com a forma de dizer as
coisas e esquecemos o principal, que é
a comunicação através do
sentimento.
Simples gestos como
um beijo e um nó na ponta do
lençol,
valiam, para aquele filho, muito mais que
presentes ou
desculpas vazias.
É válido que nos preocupemos com nossos filhos, mas é
importante que eles saibam, que eles sintam isso.
Para que haja a
comunicação,
é preciso que os filhos "ouçam" a linguagem do nosso

coração, pois em matéria de afeto,
os sentimentos sempre falam

mais alto que as palavras.
É por essa razão que um beijo, revestido do mais puro
afeto, cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho,
o ciúme do bebê
que roubou o colo,
o medo do escuro. A criança pode não entender o

significado de muitas palavras, mas sabe
registrar um gesto de
amor.
Mesmo que esse gesto seja apenas um nó.
Um nó cheio de afeto
e carinho.
E você... Já deu algum nó afetivo
no lençol do seu filho, hoje?



Autor: desconhecido

sábado, 23 de julho de 2011

Minha carreira está só no começo

O meu compromisso com a educação existe há cerca de 25 anos, desde que comecei a dar aulas de reforço escolar aos meus primos, depois aos filhos dos  meus vizinhos, e eu tinha entre 11 e 12 anos na época. Algum tempo depois, fui convidada a dar aulas aos adultos da nossa comunidade, para alfabetizá-los e me encantei com o universo da educação construtivista a qual não tive oportunidade de conhecer quando eu estudava. Na verdade, eu sempr etive um pensamento construtivista, pois, mesmo sendo educada no método tradicional, quando eu ia dar aulas de reforço às crianças, eu pensava o seguinte: se do jeito que eles estão aprendendo na escola não está funcionando, eu preciso ensinar de uma forma mais fácil, clara e que faça sentido para eles. Agora, quando eu fui dar aulas para os adultos, eu me senti muito feliz novamente, ainda mais porque eu aprendi tanto, ou mais, do que pude ensinar.
Com o curso de Pedagogia, eu pude lecionar para crianças muito pequenas e também me descobri nessa área. Com esse estágio, tive algumas oportunidades de lecionar para jovens entre 10 e 15 anos. Adorei também. O adolescente precisa de ajuda e ser ouvido e não de críticas. Ou pelo menos, não só de críticas.
a gente educa mais pelo exemplo do que pelas palavras, principalmente nessa idade de transição.
Quero muito trabalhar como professora para poder entrar em contato com as crianças para poder ajudá-los a adquirirem o conhecimento científico e desenvolver  um relacionamento afetivo com essas crianças. Afetivo no sentido de compreensão e atenção, ou apenas, para ouví-los um pouco.
Jesus abençõe as crianças e os jovens  de todo o mundo e principalmente do nosso tão desigual país.